Mídia em debate: pelo direito humano à comunicação


 

Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/01/1403209-oposicao-cobra-explicacoes-sobre-parada-de-dilma-em-portugal.shtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos da Folha estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br). As regras têm como objetivo proteger o investimento que a Folha faz na qualidade de seu jornalismo.
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Escrito por João Freire às 15h11
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Como se o problema fosse a falta de grades....

Matéria do Bom Dia Brasil (de 2/12/2013) questiona a falta de ação policial para "afastar" dependentes químicos (que eles chamaram de viciados) e moradores de rua (sempre tratados como lixo urbano) do MASP. "A ação do poder público no que se refere à segurança pública deva ser mais efetiva“, reclama Antonio Carlos Ribeiro, presidente da Associação Paulista Viva. O que ele quis dizer com isso? Todos devem ser presos?

A matéria também fala sobre a possibilidade de se colocar grades em volta do museu. Nem a repórter e nem os entrevistados mencionaram que a presença dessas pessoas no MASP é resultado da incompetência do poder público em relação às questões sociais, habitacionais e de saúde. Políticas eficientes nessas áreas é que resolvem, ou pelo menos diminuem, esses problemas que tanto incomodam a elite paulistana. A ação policial é secundária nesse contexto.


http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/12/consumo-de-drogas-no-vao-livre-do-masp-preocupa-moradores-e-turistas.html



Escrito por João Freire às 14h55
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"Você conhece seus direitos?"

Produzi esse vídeo para o Fórum Mundial de Direitos Humanos – FMDH. Dedico a todos que, por má fé ou por desinformação, ainda acreditam que "direitos humanos é defesa de bandidos".

http://www.youtube.com/watch?v=ANWBtS2K0ak



Escrito por João Freire às 14h50
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Vamos exigir que o STF marque o julgamento do mensalão tucano

Exerça sua cidadania. Entre na Central do Cidadão, no site do STF e envie uma mensagem exigindo que o julgamento do mensalão tucano seja marcado logo, antes que os crimes prescrevam.
http://www.stf.jus.br/portal/centralDoCidadao/enviarDadoPessoal.asp



Escrito por João Freire às 14h44
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ENTREVISTA: COMUNICAÇÃO É UM DIREITO HUMANO

Frank La Rue, relator especial para liberdade de expressão das Nações Unidas concedeu uma entrevista para o Fórum Mundial de Direitos Humanos – FMDH, em que falou sobre o direito humano à comunicação e sobre a participação dele no painel "Comunicação e Direitos Humanos", no FMDH.

A Comunicação é um Direito Humano
Frank La Rue - O tema é sumamente importante. Todos os direitos humanos são universais, todos os direitos humanos são iguais, inter-relacionados e interdependentes. Mas alguns direitos humanos servem para facilitar outros. E a liberdade de expressão e o direito à comunicação, são direitos que facilitam outros direitos. É um direito facilitador.
Porque com o direito à comunicação, que implica duas dimensões: o de ter acesso à informação e o de poder disseminar; e difundir idéias, opiniões e informação.
Este direito permite a participação cidadã com decisões baseadas em informações, permitindo que se tomem decisões a nível pessoal ou social. Também permite a participação na sugestão de políticas públicas ou mesmo criticando as mesmas, bem como denunciar violações de direitos humanos e demandar o respeito pelos direitos humanos. Mas, também implica no acesso à informação pública e na transparência, especialmente na violação dos direitos humanos. Isto implica em poder exigir a democracia. Para mim, parece que a liberdade de expressão é um dos direitos fundamentais para toda a rede de direitos humanos, mas especialmente para a democracia.


Concentração dos meios de Comunicação e democracia

Frank La Rue - A liberdade de expressão está vinculada a outro direito que é a liberdade de pensamento e de opinião. Por isso, meu mandato é da liberdade de opinião e de expressão. E se trata de um triângulo em que o acesso à informação para construir um pensamento e chegar a opiniões e depois poder difundir essa opinião, pensamento, informação.
Portanto, nesses momentos, se queremos construir pensamentos de forma livre precisamos ter o acesso à informação com o princípio da diversidade e do pluralismo. E isso o que quer dizer diversidade de meios e pluralismo de posições e ideias. A diversidade de meios quer dizer que eu posso buscar uma mídia impressa, rádio, TV ou internet. Enquanto o pluralismo de opiniões quer dizer que eu posso buscar jornais com diferentes linhas editoriais ou mesmo rádios com diferentes linhas editoriais, como a TV e internet com multiplicidade de opiniões.

Tudo isso implica que as grandes concentrações, oligopólios ou monopólios, rompem essa diversidade de meios e o pluralismo de ideias e, consequentemente, violam o direito da sociedade de estar informada com diversidade e pluralismo. Violam o direito que temos cada um de construir livremente nossos pensamentos e opiniões. Porque a concentração de meios provoca um enfoque único nas ideias, uma espécie de indução de uma só posição e ideia. Em muitos países do mundo, o dono de um jornal, por exemplo, não pode ter na mesma região um canal de TV ou rádio para manter a diversidade.
Mas, o mais importante é romper o monopólio e a concentração. E eu sempre digo, usando o exemplo da Itália de Berlusconi, que a concentração dos meios leva, inevitavelmente, à concentração do poder político. O que é também um atentado contra a democracia.

Debates no FMDH
Frank La Rue - Nesse momento estamos celebrando os 20 anos da Declaração de Viena em 93. Foi um salto enorme dos Direitos Humanos criando o Conselho dos Direitos Humanos logo depois e o Alto Comissariado dos Direitos Humanos da ONU. Hoje, também estamos diante de como enfocar, a partir dos direitos humanos, o tema da internet e das novas tecnologias de comunicação. Em como manter a neutralidade da Internet. Como manter a não responsabilidade penal dos intermediários, como defender os jornalistas profissionais, bem como, os jornalistas cidadãos, os bloggers que estão sendo atacados. Como garantir a universalidade de acesso à Internet, em conteúdo, infraestrutura e conectividade. Todos estes são desafios do momento. Como prevenir o discurso de ódio e a xenofobia, que imperam no mundo nesse momento. Como prevenir a violação da privacidade nas comunicações, e manter a privacidade como um elemento fundamental para a garantia da liberdade de expressão.
E, por último, dar prioridade ao acesso das informações de caráter público e a toda informação relacionada a violações dos direitos humanos. Conhecer as violações é um direito não somente das vítimas e seus familiares, mas sim de toda a sociedade para proteger os direitos humanos e proteger a democracia.
Estes são os grandes desafios de hoje. Portanto esse Forum Mundial de Direitos Humanos vem no momento oportuno para discutir os temas da comunicação e a da liberdade de expressão que são fundamentais para decidir se no mundo poderemos proteger a democracia e assim evitar um retrocesso no que tange a violação dos direitos humanos.

Assista essa entrevista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=TT3G7M6wL7o



Escrito por João Freire às 09h57
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Escrito por João Freire às 14h20
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Escrito por João Freire às 14h19
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Escrito por João Freire às 12h37
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A MÍDIA GOLPISTA QUE ACUSA O STF DE PROTEGER OS PETISTAS É A MESMA QUE SEMPRE ACOBERTA OS TUCANOS ACUSADOS DE CORRUPÇÃO

TJMG confirma: Aécio Neves é réu e será julgado por desvio de R$4,3 bilhões da saúde

"Por três votos a zero, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu que o senador Aécio Neves continua réu em ação civil por improbidade administrativa movida contra ele pelo Ministério Público Estadual (MPE)".

http://revistaforum.com.br/blog/2013/05/tjmg-confirma-aecio-neves-e-reu-e-sera-julgado-por-desvio-de-r43-bilhoes-da-saude/

Marconi Perillo será investigado por envolvimento com Cachoeira

"O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou nesta segunda que pedirá a abertura de inquérito no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), por envolvimento com a organização do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira".

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=1&id_noticia=182656

Governo recupera R$ 2,2 mi dos R$ 124 bi desviados via Banestado

"Esta será a terceira parcela repatriada dos recursos remetidos ilegalmente para o exterior, entre 1996 e 2002, no auge das privatizações tucanas. Mas as investigações sobre o caso continuam cercadas por uma cortina de fumaça. O Ministério da Justiça não divulga informações sobre os processos no exterior. No Judiciário brasileiro, as ações estão pulverizadas em diferentes varas e a maioria corre em segredo de justiça. No Legislativo, a CPI do Banestado (2003) terminou em pizza e a CPI da Privataria (2011) segue engavetada".

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=20825

Ocultação dos escândalos Globo e PSDB-Siemens já foi longe demais

"Globo, PSDB e a máquina comunicacional que controlam constituem uma legítima ameaça à democracia e fazem do país uma republiqueta bananeira na qual há escândalos investigáveis e ininvestigáveis".

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/110325/

Os documentos do mensalão mineiro

"ISTOÉ revela relatório da Polícia Federal com a radiografia do caixa 2 da campanha do PSDB ao governo de Minas Gerais em 1998. Ele compromete um ministro de Lula e um senador. Envolve o governador Aécio Neves, deputados federais e estaduais em 17 partidos".

http://www.istoe.com.br/reportagens/2925_OS+DOCUMENTOS+DO+MENSALAO+MINEIRO



Escrito por João Freire às 11h08
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Escrito por João Freire às 15h21
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Escrito por João Freire às 15h21
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Guerra do Iraque contabiliza 174 mil mortes em dez anos
"A Guerra do Iraque já contabiliza a morte de pelo menos 174 mil pessoas ao longo dos últimos dez anos, desde a invasão do país pelas forças internacionais lideradas pelos Estados Unidos. Desse total, entre 112 mil e 122 mil eram civis".
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-03-17/guerra-do-iraque-contabiliza-174-mil-mortes-em-dez-anos

Fome, o maior problema solucionável do mundo
"Toda noite 870 milhões de pessoas dormem com fome. Isso corresponde a uma pessoa a cada sete no mundo. Mas a fome é um problema que já sabemos como resolver: fornecer alimentos em emergências, apoiar pequenos agricultores, dar às crianças nutrição vital, empoderar mulheres e meninas, construir redes de segurança alimentar, apoiar mercados locais de alimentos…"
http://www.onu.org.br/fome-o-maior-problema-solucionavel-do-mundo/

12 anos do 11 de setembro
http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/19049-12-anos-do-11-de-setembro



Escrito por João Freire às 17h38
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Escrito por João Freire às 11h21
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QUEM ACREDITA NA RETRATAÇÃO DA GLOBO?

No início dos anos 2000, empresas de todos os portes perceberam a importância da internet e lançaram seus sites corporativos. Em muitos casos, a empreitada virtual se transformou em um problema. As empresas investiam na construção de sites, mas não montavam equipes para atualizar e gerenciar esses espaços. As empresas não entendiam a internet como uma filial virtual. Tratavam o assunto como a produção de um folder institucional: bastaria criar, imprimir e entregar os folhetos para clientes e/ou interessados. Para algumas corporações, esses tropeços no mundo virtual persistem. Ainda não conseguem interagir de maneira eficiente com os clientes em seus próprios sites e, principalmente, nas redes sociais.

A mídia tradicional também passa por esse processo de aprendizado. Enquetes e produção colaborativa de conteúdo são comuns nos principais portais, mas, quando o assunto esbarra em questões editorias das páginas jornalísticas, a situação muda de figura. Por exemplo, a Globo encerrou suas atividades no Facebook, recentemente, para não se ver obrigada a interagir e a responder a críticas.

Mais de uma vez, recorri ao espaço “fale conosco” do Jornal Nacional e da revista Época para fazer reclamações acerca do conteúdo publicado. Nunca obtive qualquer resposta, além da automática: “Respeitamos sua opinião e crítica. Suas considerações serão levadas ao conhecimento da direção do programa”. É evidente a incapacidade – ou desinteresse – para interagir com um novo segmento de público que descobriu que a internet não serve apenas para entretenimento. São internautas que não se limitam ao papel de consumidores passivos de mídia: querem interagir, opinar, criticar e produzir conteúdo.

A incapacidade da mídia para interagir pode ser resultado de mais de  quatro décadas em que as empresas se especializaram na construção de verdades convenientes aos interesses comerciais e políticos dos seus controladores. Cabia ao público apenas consumir a aceitar as verdades impostas pela mídia, até porque não havia mecanismos de interação e o alcance das fontes alternativas de informação era muito pequeno. Estabeleceu-se uma ditadura da mídia. “A mídia pode prestar-se para reforçar o poder de interesses particulares e exacerbar desigualdades sociais, ao excluir vozes críticas ou marginalizadas. A mídia pode até promover o conflito e a segregação social”, alerta a ONU.

A cobertura dos atos, crimes e violações de direitos humanos durante a ditadura militar, produzida pelas Organizações Globo, seguiu esse modelo: ”Congresso elege Médici”, foi a manchete de O Globo, em 25/10/1969. No editorial do mesmo dia, lia-se: “Com a eleição de hoje revigora-se o processo de normalização da vida institucional do país. (...) O Brasil reingressa no Estado de direito. Trata-se de um acontecimento auspicioso”. Cabe lembrar que naquele ano a ditadura endureceu contra os opositores e que a eleição era indireta.

Considerando o histórico antidemocrático do jornal O Globo, vejo com muita reserva o editorial publicado, em 31/08/2013: “Os homens e as instituições que viveram 1964 são, há muito, História, e devem ser entendidos nessa perspectiva. O GLOBO não tem dúvidas de que o apoio a 1964 pareceu aos que dirigiam o jornal e viveram aquele momento a atitude certa, visando ao bem do país. À luz da História, contudo, não há por que não reconhecer, hoje, explicitamente, que o apoio foi um erro, assim como equivocadas foram outras decisões editoriais do período que decorreram desse desacerto original. A democracia é um valor absoluto. E, quando em risco, ela só pode ser salva por si mesma”.

Não vejo a retratação de O Globo como um fato espontâneo ou mesmo sincero. Entendo como uma tentativa desesperada para evitar protestos e melhorar a imagem institucional. Desde junho, quando se multiplicaram os protestos populares, as Organizações Globo tem sido alvo de críticas, denúncias, ataques e investigações.

Acostumada a não dar satisfações a ninguém, a estabelecer verdades tortas e a conduzir a opinião pública, até hoje, as Organizações Globo nunca se submeteram aos legítimos interesses da sociedade, bem distintos dos interesses da empresa que se tornou uma megacorporação à custa do apoio incondicional ao golpe militar de 1964 e à ditadura que se seguiu por duas décadas.

Mais importante do que o arrependimento confessado, seria uma mudança na linha editorial dos veículos das Organizações Globo. Afinal, o grupo segue defendendo os interesses da mesma elite (política e empresarial) que apoiava em tempos de militarismo, em detrimento da função social da mídia, que deveria ser prezada por todas as empresas de comunicação. Outra forma de demonstrar que é um arrependimento legítimo, seria dedicar espaço nos veículos e recursos financeiros para ajudar a combater a desigualdade social no Brasil, ampliada e multiplicada durante os 21 anos de ditadura, bem como para promover os direitos humanos.

A Globo poderia atuar também para combater o analfabetismo político construído pela ditadura e mantido com apoio da mídia. Essa seria uma grande ação em defesa da democracia que a Globo insiste em afirmar que defende. Se fosse realmente democrática, não procuraria interferir no processo político-eleitoral, agindo como um partido de oposição.

Na verdade, o objetivo das Organizações Globo é, mais uma vez, tentar construir uma versão amena – e distante da realidade – da atuação nefasta de seus veículos, nos anos de chumbo. Querem reescrever a história para que apareçam como uma instituição socialmente responsável que cometeu um erro de avaliação: “o golpe, chamado de “Revolução”, termo adotado pelo GLOBO durante muito tempo, era visto pelo jornal como a única alternativa para manter no Brasil uma democracia”, justifica o mesmo editorial, de 1969. Papo furado. O Globo apoiou a ditadura almejando vantagens financeiras obtidas com a implantação da TV Globo (em 1965) e com a criação de uma poderosa rede nacional de emissoras de TV, desde o início, colocada a serviço dos generais e das grandes corporações.

Apesar de o jornalismo independente, exercido inclusive pelos cidadãos comuns, ser essencial para a efetivação do direito humano à comunicação – liberdade de expressão inclusive através da mídia e livre acesso à informação – não é suficiente para equilibrar forças com as corporações da mídia. Os canais de comunicação de massa também tem um papel a cumprir nesse processo.



Escrito por João Freire às 12h24
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Escrito por João Freire às 14h30
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